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2 de fevereiro de 2012

Empresas antivírus discordam sobre vírus para celulares Android


Android Market tem exibido anúncios que são alvo
de discussão (Foto: Reprodução/Android Market)

A fabricante de antivírus Symantec disponibilizou um alerta sobre uma praga para Android chamada Counterclank. Segundo a empresa, ela tem a possibilidade de receber comandos de um servidor de controle e roubar informações. Mas outras empresas de segurança, como a Lookout Security, afirmam que o software é apenas um código publicitário agressivo.

A Symantec identificou 13 aplicativos com o Counterclank no Android Market – o repositório oficial de aplicativos para o sistema operacional do Google. Entre os programas, clones do game Counter Strike e quebra-cabeças. O Counterclank também modifica a página inicial do navegador e o mecanismo de busca usados. Os contadores de downloads do apps, se somados, somam cerca de 5 milhões de vítimas.
Mas, para a Lookout Security, que faz um antivírus para o Android, o comportamento dos programas não é de um vírus. Seria, simplesmente, um módulo um pouco mais agressivo de publicidade. A maioria das ações está descrita nas especificações dos programas instalados. As permissões aceitas pelo usuário durante a instalação também são respeitadas. A ferramenta de publicidade identificada pela Symantec é a Apperhand SDK, segundo a Lookout.
A companhia finlandesa F-Secure já havia alertado para o crescente número de apps com módulos agressivos de publicidade. Um especialista da companhia disse que era uma área “cinza” para usuários e para as empresas.
Segundo o site The H, O Google removeu do Market alguns dos softwares marcados pela Symantec. O motivo seria violação de propriedade intelectual, especialmente nos apps que clonam conteúdo de outros programas, e não a presença de código malicioso.
Polêmica já atingiu PCs

Quando softwares de computador começaram a incluir componentes publicitários, empresas antivírus entenderam que os anúncios eram uma troca que o usuário realizava para usar esses programas gratuitamente. Devido ao comportamento abusivo de alguns desses componentes, um novo mercado surgiu para identificar esses códigos “potencialmente indesejados”.

Esses novos programas de proteção ficaram conhecidos como os “anti-spywares”, porque a publicidade era considerada “espiã” por enviar capturar dados de navegação dos internautas.
O mercado anti-spyware cresceu e depois de alguns anos as empresas antivírus passaram a considerar os “adwares” também uma ameaça. Empresas anti-spywares foram compradas por empresas antivírus, enquanto empresas anti-spywares desenvolveram antivírus ou formaram parcerias para distribuir antivírus junto de seus programas.
O modelo de software patrocinado perdeu força nos PCs por causa do comportamento abusivo, levando internautas a terem mais cuidado durante a instalação dos programas. Hoje, o modelo resiste principalmente na forma de barras de ferramentas, como a barra do Google, da Ask e do Bing.


Fonte: G1

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